Escola de Logoterapia

Maria Helena Budal

Uma missão de vida dedicada ao ensino da Logoterapia.

Conheça Maria Helena Budal

Dar as mãos e caminhar junto. Assim como o sol, sua forma de ensinar aquece e ilumina.

Psicóloga e Logoterapeuta há mais de 20 anos e — acima de tudo — uma pessoa apaixonada pela missão de ensinar. Uma “profe” por vocação e amor, que desde criança sentia o chamado de educar com sentido de vida.

Psicóloga clínica desde 1999, atua no atendimento a crianças, adolescentes e adultos. Desde o início de sua atuação, utiliza a Logoterapia e Análise Existencial como abordagem psicoterapêutica. Com vasta experiência em psicologia e logoterapia, já lecionou em importantes universidades ligadas aos cursos de Psicologia e áreas da saúde, com pesquisas e publicações na área.

É formada em Psicologia pela UTP (1999), tem pós-graduação em Psicologia Analítica pela PUC-PR (2010) e Mestrado em Tecnologia e Interação Humana pela UTFPR (2005).

Tem formação em Logoterapia pela ALVEF (2002), sendo uma das fundadoras da Associação Brasileira de Logoterapia e Análise Existencial (ABLAE).

Em caráter nacional, coordena o curso de Pós-graduação em Logoterapia do Instituto Freedom-SP. Ao longo dos anos foi professora convidada em diferentes cursos de formação e Pós-graduação em Logoterapia no Brasil (ALVEF, Logorio, Núcleo Mineiro de Logoterapia e Análise Existencial, IPOG, Instituto Sherpa) e é constantemente convidada para palestras em congressos relevantes no Brasil.

Acompanhar pessoas e ensinar são as atividades que mantêm sua vida repleta de sentido. A relação com os pacientes e com os alunos é enriquecedora; acompanhar o desenvolvimento e o crescimento das pessoas é o que a motiva continuamente.

E foi isso o que a motivou a fundar a Escola de Logoterapia, com atividades iniciadas em 4 de julho de 2024 — “o lançamento de um sonho de toda a vida, uma professora conduzindo uma escola”.

Formatura em Logoterapia
Fundação da ABLAE (2010)
Aula na PUC-PR
Alunos da Escola de Logoterapia

Minha história com a Logoterapia

Palavras da Professora

Maria Helena Budal em aula

Durante a faculdade de Psicologia não me identificava muito com abordagens próximas da Psicologia humano-existencial; sentia-me mais próxima da Psicologia Analítica. Entretanto, em um processo psicoterapêutico descobri a Logoterapia — a conheci no olhar do psicólogo que me acompanhava naquela época, “Guilherme Falcão”. Eu tinha 20 anos e não resisti em perguntar sua abordagem ao tentar compreender aquele olhar de profunda humanidade. Ali descobri a Logoterapia e Análise Existencial e, no mesmo ano, iniciei o processo de formação, pois já estava em fase de conclusão da universidade.

Na conclusão do curso de formação na ALVEF, fui convidada a ministrar aulas no mesmo curso. Nunca parei: são mais de 20 anos ensinando Logoterapia e, a cada dia que passa, quanto mais a estudo, mais me encanto com o que ela apresenta.

Ao longo dos anos já ministrei aulas em diferentes cursos de Pós-graduação em Logoterapia, na graduação em Psicologia, em cursos livres e palestras em diferentes contextos. Ensinar Logoterapia não é nada fácil: é uma abordagem complexa, profunda e ampla em sua aplicação, e todo o cuidado é pouco para orientar sobre seus fundamentos sem distorcer o que Viktor Frankl desenvolveu.

Maria Helena Budal

Em 2018 desenvolvi, junto com um grupo de alunos “maravilhosos”, o Núcleo de Logoterapia de Curitiba — desde então em atividade com grupos de estudos, cursos, rodas de conversa e supervisão, passando, em 2024, suas atividades de ensino para a Escola de Logoterapia e Análise Existencial.

Minha relação com Viktor Frankl é de professor-aluna: ele me ensina a cada dia, com seu pensamento e suas aplicações, inspirando-me com sua vida, suas escolhas e atitudes. Sua história de vida e sua obra me oferecem esperança — na Psicologia, na vida, na humanidade e no futuro.

As palavras de Frankl convivem comigo em momentos de conquistas e de dificuldades, lembrando-me de que existe algo além de mim mesma, de minhas dores e alegrias; algo que está acima de mim, para onde estou dirigida — e isto sim coloca as coisas em seu lugar, oportunizando meu crescimento e minha continuidade no mundo. Frankl me lembra de que, como humanos, não somos fechados em nós mesmos, estando continuamente ligados a um outro: seja uma tarefa, uma pessoa, ou mesmo a Deus.

Depoimentos

Daniella Correa

“A consistente base teórica da Professora Maria Helena, o cuidado com cada colocação e a coerência ao apresentar as ideias de Frankl permite uma condução de discussões enriquecedoras”.

Psicóloga e Logoterapeuta